O peixe é um dos mais antigos símbolos da arte cristã, visto que as letras
do termo grego ichtys eram considerados um acróstico para Iesous Christos
Theos Hyos Soter, "Jesus Cristo, de Deus o Filho, Salvador" (O Novo Dicionário
da Bíblia. Ed.Vida Nova, p. 1255).
Vamos, pois, anunciar esta mensagem a todos que clamam por Salvação.
Slogan:
"Cada crente um pescador, cada pecador um peixe", ou,
"Eu faço parte da 'Pesca Maravilhosa, e você?"
É tempo de realizar a Pesca Maravilhosa aqui em nossa Igreja. Para isso,
necessitamos colocar em prática a visão dada por Deus para o nosso ideal.
Assim, devemos olhar paras vidas que precisam ser alcançadas com a mensagem
de salvação.
Vamos alcançar pessoas para Cristo. O seguinte provérbio explica bem isso:
"Se sua visão é para um ano, plante trigo. Se sua visão é para uma década,
plante árvores. Se sua visão é para toda a vida, plante pessoas." (BARNA,
George. Transformando a visão em ação, p.9).
O Senhor nos convoca dizendo: "levantai os vossos olhos, e vede os campos,
que já estão brancos para a ceifa" (João 4.35). Há um enorme cardume à nossa
frente. Basta que cumpramos a ordem de Jesus e creiamos no milagre que Ele
opera, mesmo que se trate de algo impossível aos nossos olhos.
Muitos têm visto o vapor levantando a tampa da chaleira, mas só James Watt
o viu e pensou na máquina a vapor. Muitos viram cair uma maçã, mas só Isaac
Newton pensou na lei da gravidade (Barclay).
É tempo de pescar, é tempo de lançar as redes, não importam as circunstâncias.
Se, esperamos que elas "sejam perfeitas, nunca começaremos".
A "Pesca Maravilhosa" é o momento em que margens do lago e os caminhos se
converterão em nossa igreja e o nosso púlpito será um barco (parafraseando
W. Barclay).
Vamos, então, "lançar as redes ao mar".
Seu pastor e amigo,
J. Laurindo
Pescar é Preciso!
28-Jun-2007
A mensagem do Pastor J.
Laurindo Filho sobre a “Pesca Maravilhosa”, na qual usou
a referência bíblica da “moeda na boca do peixe” (Mateus
17.24-27), me inspirou a escrever este artigo, que pode
ser designado, também, de “Os Recursos na Boca do
Peixe”. O nosso Pastor Laurindo lançou, e a Igreja
abraçou a operação “A Pesca Maravilhosa”, visando a
evangelização de nossa Niterói, a “Cidade Sorriso”. O
episódio a que alude o texto citado nos reporta à
crítica dos cobradores de impostos para o Templo de
Jerusalém, que provocaram Pedro com a pergunta: “O
mestre de vocês não paga o imposto do Templo?” Mesmo
antes do apóstolo falar com Jesus, veio a ordem: “... vá
até o lago, jogue o anzol e puxe o primeiro peixe que
você fisgar: Na sua boca encontrará uma moeda. Então vá
e pague com ela o meu imposto e o seu”.
Muito feliz a aplicação do líder espiritual da PIB de
Niterói, que me impulsionou a meditar na expressão “a
moeda na boca do peixe”. A urgência da “Pesca
Maravilhosa” está empolgando os discípulos de hoje, na
notável obra da “pescaria de almas”, fazendo uso de
anzóis e redes. Pescadores solitários de anzóis “de
espera”, outros ativos no manejo do “varejo”, e até
mesmo lançadores de redes... Qualquer que seja a
metodologia e os instrumentos, a finalidade é “fisgar”
os peixes, em busca dos recursos para atendimento das
necessidades e dos compromissos.
Muitas
igrejas arrastam dificuldades de toda ordem, quer sejam
espirituais ou materiais, simplesmente porque não estão
pescando sob as ordens do “Mestre Pescador” “... jogue o
anzol ...lançai a rede ... navegue ao largo ... à
esquerda ...à direita...” Pescar é preciso! É urgente,
pois os recursos estão na “boca do peixe”. Uma igreja
que pesca sempre, sempre terá os recursos para realizar
a sua missão. No caso da “moeda”, para atender à
exigência do tributo é imperioso observar que ela estava
na “boca do primeiro peixe”. Há uma urgência na pescaria
de vidas para o reino de Deus. É preciso pescar no
momento certo e pegar o peixe com a “moeda na boca”. Os
recursos das nossas igrejas estão na “boca do peixe” -
nas vidas perdidas, nas águas deste
mundo.
Se há falta de recursos humanos e
econômico-financeiros na vida das nossas igrejas; a
causa principal é a falta da “grande pesca”. Quando a
igreja pesca, não faltam os recursos! O que teria
acontecido, se Pedro não tivesse pescado o “primeiro
peixe”? O imposto não seria pago a tempo, podemos
concluir. Deixando, porém, aquela “moeda na boca do
peixe”, além de não ter o recurso para cumprir a lei,
ela iria para o estômago do peixe, perdendo-se, pois não
seria digerida. Quantos recursos (de gente e de
dinheiro) as nossas igrejas estão perdendo nos
“estômagos dos homens”, por falta da “Pesca Maravilhosa”
?
Vidas preciosas, que estão com a “moeda
na boca” e que não são “pescadas” no tempo certo para o
reino de Deus, estão sendo perdidas nas águas
turbulentas deste mundo de pecado.
Pescar é
preciso!
Cerqueira
Bastos