COMUNHÃO É SENTIR JUNTO
31-Janeiro-2010
Nas vidas de vultos do passado bíblico, como Abraão, Enoque, Moisés e tantos outros, temos exemplos-padrão de comunhão que nos estimulam à imitação. A amizade do patriarca Abraão com Deus era de uma profundidade tal, que não questionou ante o pedido de sacrificar o filho da promessa (Isaque) - Gn 21.1; 22.2. Enoque era tão amigo de Deus que foi levado ao céu sem passar pelo processo da morte física - Gn 5.24. Moisés, o condutor do povo de Israel para a Terra da Promessa, conhecia Deus face a face - Ex 20.21; 24.2; 31.18.
A comunhão na igreja de Cristo não depende do número da membresia, podem ser muitos ou poucos que Cristo está presente para "sentir junto" com os seus escolhidos - Mt 18.20; Lc 24.32.
A experiência vivida pelos apóstolos Pedro e João, perante o Conselho Superior de Israel, o Sinédrio, nos mostra o poder do testemunho, quando embasado numa comunhão real com o Senhor Jesus. Os julgadores ficaram maravilhados e reconheceram que aqueles dois servos eram companheiros de Jesus - Atos 4.13.
A comunhão ajuda o testemunho e vice-versa - 1 Jo 1.3. E isto é válido em todas as épocas e em todos os lugares do orbe - 1 Co 1.9.
À proporção que a comunhão do crente cresce na relação íntima com o Senhor das nossas vidas e com os irmãos da igreja, cresce o testemunho dos salvos perante o mundo. Tocar no sentimento de Deus, sentir com Ele o palpitar dos corações, transbordar no "sentir junto" com toda a comunidade, eis o segredo de uma vida vitoriosa. Amém!
Servo do Senhor,
Pr. Cerqueira Bastos
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