A conclusão a que se chegou, segundo pesquisa realizada pelo referido autor, é que:
"a multiplicação constante dos grupos familiares é um princípio universal de crescimento de igreja".
Esses grupos, também conhecidos por "grupos pequenos", são um lugar onde os participantes podem compartilhar
suas experiências, orar, estudar a Palavra de Deus e aplicar os princípios que ela oferece para as situações concretas da vida.
Destaca-se, também, dentro do grupo, o valor da comunhão que deve existir entre os seus membros. O Grupo familiar torna-se
um dos importantes locais para que os seus participantes, através dos dons que Deus lhes deu, sirvam uns aos outros.
Vale ressaltar aqui a oportunidade que o grupo oferece, para que novos líderes sejam treinados para a obra de Deus.
A pesquisa que Schwarz realizou levou-lhe a uma conclusão muito interessante, i. e. "quanto maior é a igreja, tanto
maior é a importância do princípio dos grupos familiares, com vistas ao crescimento da igreja" (p. 33).
Cremos que, principalmente nas grandes cidades, onde a população está cada vez mais temerosa, cada um procurando se
proteger da melhor forma possível, optando por morar em edifícios e condomínios fechados, o grupo familiar se torna
um importante instrumento, se a Igreja de hoje quer, de forma real e não virtual, entrar com a mensagem do Evangelho
nos lares das pessoas.
Que tal alcançarmos os habitantes de nossa cidade, participando nos grupos familiares da Igreja?
A importância deles é tanta que se tornaram "sustentadores do desenvolvimento da igreja" (p. 33).
7ª Marca - "Evangelização orientada para as necessidades" - O que se destaca nesse princípio é que "a tarefa de
cada cristão é investir seus dons específicos para o cumprimento da grande comissão".
Mas isso, conforme explica Schwarz,
"de forma alguma, faz de cada cristão um 'evangelista'. Evangelista é aquele a quem Deus deu o dom espiritual correspondente"
(p. 34).
Cada evangelista é desafiado a utilizar o dom que Deus lhe deu, para servir ao não cristão.
A igreja experimenta o crescimento, quando "ela direciona as suas atividades para os questionamentos e dificuldades dos incrédulos,".
Nesse caso, cada cristão é desafiado "a aproveitar os contatos que já existem para a evangelização" (p. 35).
Assim fazendo, poderemos alcançar muitos com a mensagem do Evangelho. Convide seus amigos, seus colegas de trabalho,
colegas de estudo e pessoas com as quais você se relaciona, para que abram o coração para Jesus e se integrem à Sua Igreja.
(continua no próximo boletim).
Para tanto, Deus nos abençoe.
Seu pastor e amigo,
J. Laurindo.