Chuvas de bênçãos

Chuvas de bênçãos

O hino 168, de nosso Cantor Cristão, fala de chuva de bênçãos. É interessante notar que o autor enfatiza a possibilidade de termos bênçãos como promessas de Deus, bênçãos de vida de paz e perdão e bênçãos para todos os crentes. Essas bênçãos são prometidas em vários livros da Bíblia.

Em Gênesis, temos bênçãos para o homem e a mulher que Deus criara (Gn 1.27,28), bênçãos para as famílias da terra (Gn 12.3), bênção para a união da família de Abraão (Gn 14.19,20), dentre outras. Em Números, temos a chamada Bênção Sacerdotal ou Araônica (Nm 6.24-26). Em Deuteronômio, a bênção é destinada ao povo de Israel (Dt 33.1-5) que também tem a oportunidade de escolher a vida como resultado da bênção (Dt 30.19).

Se olharmos para o Novo Testamento veremos bênçãos espirituais sendo prometidas para a Igreja do Senhor (Efésios 1.3). Louvamos a Deus pela maior bênção que ele deixou para nós: a salvação em Cristo Jesus! Cremos que o Senhor quer derramar chuvas de bênçãos sobre as nossas famílias. Os autores Gary Smalley e John Trent, em sua obra A dádiva da bênção na família, mostram que “a bênção familiar é considerada um veículo importante para comunicar um senso de identidade, significado, amor e aceitação” (p. 26).

Nossas famílias poderão ser ricamente abençoadas se dentro dos lares houver pelo menos amor e aceitação. Na família judaica as bênçãos eram dadas muito cedo. A instrução dizia: “Antes que as crianças aprendam a andar, elas devem ser levadas nos braços até os seus pais, …, para receberem a sua bênção” e, “quando já souberem andar, devem ir, de vontade própria, com o corpo inclinado e a cabeça baixa e receber a bênção” (Op. cit, p. 23).

Enfatizamos aqui a necessidade de chuvas de bênçãos também para as igrejas do Senhor. Suas organizações e ministérios poderão fazer muito mais se tiverem afinados com promessas de bênçãos. Por exemplo, quando nos reunimos para a Ceia do Senhor devemos reconhecer que ela é uma bênção. Devemos ter em mente que a Ceia é uma oportunidade ímpar de relembrarmos o sacrifício de Cristo na cruz por nós.

Precisamos, também, de chuvas de bênçãos sobre as nossas finanças. O Senhor diz: “Minha é a prata, e meu é o ouro” (Ageu 2.8). Quando reconhecemos que tudo o que temos vem do Senhor, somos abençoados ao devolvermos a Ele os dízimos e ofertas para o sustento de Sua obra neste mundo. Quando fazemos isso, Ele promete: “e vede se não abrirei as janelas do céu e não derramarei sobre vós tantas bênçãos, que não conseguireis guardá-las” (Malaquias 3.10b).

Que o Senhor derrame chuvas de bênçãos sobre os nossos lares, nossas igrejas, nosso País e toda a terra!

Seu pastor e amigo,

J. Laurindo.