DOIS ENVIOS PARA DOIS AGENTES DE TRANSFORMAÇÃO

DEVOCIONAL 17.7.2019

Um agente, segundo os dicionários, entre outras definições, é um fazedor, intermediário, negociador, um gestor ou alguém responsável em executar algo bem importante.

Para tarefas tão nobres, após todo trabalho exercido culminando no seu sacrifício na cruz, Jesus designou, pelo menos, duas pessoas: o Espírito Santo e você.

No livro de João, em seu capítulo 16, versículos 7 e 8, Ele afirma que é para o bem da humanidade que vá: “Se eu não for, o Conselheiro não virá para vocês; mas, se eu for, eu o enviarei. Quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo”.

Só através Dele o homem pode entender o quanto é pecador, ou seja, não merecedor de uma vida eterna com Deus. Portanto, o Espírito Santo é um imprescindível agente para transformação do ser humano, porque somente a partir desse entendimento haverá uma real necessidade de submissão e obediência, para, assim como o apóstolo Paulo, prosseguir “em direção ao alvo, para obter o prêmio da vocação celestial de Deus em Cristo Jesus” (Filipenses 3.14).

O segundo agente, também direcionado pelo nosso Senhor Jesus, é o próprio homem, eu e você, desde que transformado. Após a sua ressurreição, Jesus exortou a incredulidade de seus discípulos e os convocou dizendo: “Vão pelo mundo todo e preguem o evangelho a todas as pessoas” (Marcos 16.15). É um ato de obediência, mas, também, de amor e, um grande privilégio dos cristãos. O pleno conhecimento, a partir de uma experiência pessoal, dá ao crente em Jesus Cristo, transformado pelo seu poder, essa possibilidade. O pastor Dammy Ferreira, em seu livro “Evangelismo Total”, afirma que a experiência de um novo convertido deveria ser como os de moradores de rua ao receberem uma alimentação quentinha: correr, anunciar, informar a fonte e partilhar com os outros o prazer daquilo que recebeu.

Um autor desconhecido questiona: “Como poderíamos, então, deixar de falar de Cristo?”. Uma pergunta, cuja resposta está relacionada ao relato do pastor Dammy: “Tendo conhecimento das motivações anteriores, chegamos à conclusão que o ato de não evangelizar é um ato de profundo egoísmo. Sendo, assim, um pecado. Devemos evangelizar porque amamos o nosso próximo e não queremos vê-lo perdido eternamente”.

Sem mais delongas: “Ide” para a Ação Jesus transforma!

Rosemary Jeremias
Diretora Acadêmica do Seminário Teológico Batista de Niterói